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21.10.2020

 

O país perde R$ 214 bilhões por ano por deixar 17,5% dos jovens sem concluir o ensino médio, afirma Ricardo Paes de Barros, em estudo publicado em 15/07. Uma notícia que chega no mesmo dia em que o Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro revela que o Rio está entre as 10 metrópoles mais desiguais do mundo.

 

Podemos analisar estes dados com dois olhares: um olhar que destaca, sobretudo, as dificuldades de desempenho do país na gestão de políticas públicas ligadas ao ensino e a redução das desigualdades sociais.

 

Mas, podemos adotar outro olhar, que seja um olhar de esperança na mudança. Não se trata de uma visão ingênua, visto que mudanças não acontecem de um dia para o outro. Mas, nada nos impede de adotarmos ferramentas de gestão, como um plano de ação, que venha a ser focado em um mundo mais colaborativo, e, para não dizer que não falamos na pandemia, este  mundo mais colaborativo pode ser o grande legado  desta tragédia que estamos vivendo.

 

Um caminho é fazermos da cultura colaborativa o grande horizonte para as ações das políticas públicas, das instituições, das empresas, dos vários segmentos da sociedade. Certamente, agindo assim, teremos condições de contribuir para instaurar as mudanças que queremos.

 

O Banco da Providência está fazendo uma parte, implantando programas sociais orientados por metas de gerenciamento. E tem resultados para mostrar, como ponto importante: 60% dos jovens formados em projeto em parceria com o Instituto Cyrela e o Projeto Luz (em2019) permanecem nas mesmas empresas para as quais foram encaminhados ao final do curso ( levantamento realizado em 2020). As habilidades socioemocionais desenvolvidas, na formação, certamente contribuíram para estes resultados, que contemplam, ainda, indicadores como jovens que no momento em que saíram das empresas, se inseriram em outros locais de trabalho e jovens que ingressaram ou retornaram aos estudos.

 

Estes resultados somam-se à Avaliação de Impacto realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos/RJ, com pesquisador da Universidade de Toronto, avaliando famílias do Programa Bolsa Família, matriculadas em CRAS, e que  foram formadas pela metodologia do Banco da Providência (chamadas “grupo de famílias capacitadas”) comparadas na pesquisa com grupo de famílias do Programa Bolsa Família que não passaram pela formação( chamadas “grupo de famílias de controle”). Os resultados foram relevantes: melhora significativa da condição econômica, tanto na inserção no mercado de trabalho, quanto empreendedorismo, associada às melhoras sócio emocionais significativas relacionadas aos indicadores autoconfiança e otimismo.

 

São resultados que nos estimulam a acreditar que estamos contribuindo para reduzir consequências da pobreza extrema e indicadores de desigualdades sociais e que podemos alcançar resultados mais robustos se por meio da ação colaborativa tivermos maiores investimentos e metas ampliadas, acompanhadas por ações de gerenciamento estabelecidas em uma agenda coletiva, para melhorarmos indicadores de geração em geração.  Este desafio, com certeza, é de seu interesse!

 

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