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Feliz dia das mulheres?

08.03.2017

 
Estudo mostra desigualdades de gênero em 20 anos

Retrato das Desigualdades de Gênero analisa indicadores com base na Pnad

As mulheres trabalham em média 7,5 horas a mais que os homens por semana.

 

Em 2015, a jornada total média das mulheres era de 53,6 horas, enquanto a dos homens era de 46,1 horas. Em relação às atividades não remuneradas, mais de 90% das mulheres declararam realizar atividades domésticas – proporção que se manteve quase inalterada ao longo de 20 anos, assim como a dos homens (em torno de 50%). Esses são alguns dos dados destacados no estudo Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça com base em séries históricas de 1995 a 2015 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.

 

“É importante ressaltar que o fato de exercer atividade remunerada não afeta as responsabilidades assumidas pelas mulheres com as atividades domésticas, apesar de reduzir a quantidade de horas dedicadas a elas. As mulheres ocupadas continuam se responsabilizando pelo trabalho doméstico não remunerado, o que leva à chamada dupla jornada”, destaca Natália Fontoura, especialista em políticas públicas e gestão governamental e uma das autoras do trabalho.

 

Quanto mais alta a renda das mulheres, menor a proporção das que afirmaram realizar afazeres domésticos – entre aquelas com renda de até um salário mínimo, 94% dedicavam-se aos afazeres domésticos.

Chefes de família Os lares brasileiros, cada vez mais, estão sendo chefiados por mulheres. Em 1995, 23% dos domicílios tinham mulheres como pessoas de referência. Vinte anos depois, esse número chegou a 40%. Cabe ressaltar que as famílias chefiadas por mulheres não são exclusivamente aquelas nas quais não há a presença masculina: em 34% delas, havia a presença de um cônjuge.

 

O Banco da Providência vem acompanhando estes indicadores há mais de 10 anos porque implantou o Programa de Inclusão Social de Famílias. Um dos maiores programas em funcionamento em nosso município que oferece oportunidade de capacitação para mulheres, buscando justamente contribuir para a superação das desigualdades sociais. Oferece 560 vagas por ano, que em 2016 abrangeu indiretamente um quantitativo de 2.126 pessoas. Os indicadores encontrados em nosso programa estão alinhados com a pesquisa da PNAD:

Chefes de Famílias: Masculino: 59% e Feminino 41%

 

Para além da capacitação para uma profissão o programa desenvolve competências para as mulheres gerarem renda; acreditarem em suas habilidades e promoverem mudanças em suas vidas, e buscarem o reconhecimento de seus direitos e o exercício de sua cidadania. Um caminho possível para a superação das desigualdades.

 

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